La Casa de Papel- Série badaladinha e Curiosidades

A badalada e, atualmente, preferidinha do fãs de séries, La casa de papel, tem como sinopse oito ladrões (Rio, Berlim, Moscou, Nairóbi, Tóquio, Denver, Oslo e Helsinque), que com tudo pensado concretizam o plano de entrar na Casa da Moeda da Espanha para copiar notas de euros e ainda mantém reféns, entre eles uma carta coringa, Alison Parker, filha do embaixador do Reino Unido.
Muita gente diz “Ah não, modinha!” Gente, crédito, por favor. Antes de começar a assistir ouvi esse tipo de coisa. Logo eu, que precisa provar pra dizer que gosto tem?
A trama começa com recrutamento dos ladrões, começando por Tóquio, de primeira adora-se seu visual “A La Mathilda” de O Profissional ( 1995). E claro, adora-se também os nomes de cidade, incluindo Rio. Legal incluir o Brasil não é? Cada personagem tem seu lado cativante, alguns logo de começo e outros ao decorrer dos episódios.
A série já tem um diferencial por ser espanhola e não seguir o clichê americano que estamos acostumados. Apesar de ter muitos clichês na série, como o professor se apaixonar por Raquel Murillo, a inspetora.
Com bom toque musical, La casa de papel conta com a canção italiana “Bella, Ciao” até o fim da trama, deixando a música rondando na cabeça “bella ciao ciao ciao”. Trata-se de uma canção sobre liberdade e protesto, símbolo da Resistência italiana contra o Fascismo durante a Segunda Guerra Mundial. A música causa até certa emoção ao decorrer da trama em alguns takes, começando pela cena marcante entre Berlim e o Professor. Juro que naquele momento pensei que iríamos ter um relacionamento gay na série. E parece que neste momento algumas frases e acontecimentos rolam para deixar algo no ar, ou foi só coisa da minha cabeça? But, anyway…

Ao decorrer da trama mistura-se presente e passado, explicando assim cada tópico do presente com uma cena do passado. Isso desperta algumas surpresas e entendimentos, desenvolvendo bem a série. Particularmente acho bem legal esse tipo de mistura, levando aquele básico pensamento “ Ah, agora sim tudo fez sentido”.
É bacana quando estamos assistindo algo que nos faz chorar e rir. Álex Pina fez um ótimo trabalho ao fazer-nos torcer pelos vilões e ainda ficarmos felizes quando há mudanças de lado. Até porque, bem e mal, é tudo um ponto de vista, não é mesmo?

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